Pular para o conteúdo principal

A descoberta da gravidez (1° filho) ...

Um belo dia eu comecei a sentir umas dores chatinhas perto da região dos rins,  nos dois ao mesmo tempo, uma dorzinha nas costas e uma cólica bem fraca porém  chatinha e persistente.
Porém eu ainda não estava com a menstruação atrasada e estávamos morando em uma outra Cidade, então ainda não conhecia muito bem os médicos, hospitais e laboratórios.
Liguei na Central de atendimento do meu plano de saude na época, e agendei uma consulta com clínico geral.
Ele mandou fazer alguns exames a fim de verificar o que estava acontecendo.
Agendamos um ultrassom dos rins e da bexiga, exame de urina e exames de sangue incluindo o beta Hcg pois segundo o médico disse, teria que investigar a gravidez também,  apesar de não ser os sintomas clássicos. Ele pediu ultrassom e não raio X justamente porque já suspeitava de uma possível gravidez.
Em uma segunda feira a tarde, fui sozinha no exame de ultrassom dos rins, o médico muito atencioso realizou o exame e no final me disse que estava tudo certo com meus rins e não tinha nenhuma pedra porém eu deveria procurar um ginecologista com urgência pois havia algo em meu útero,  ele não poderia afirmar pois não era a área dele mas tinha absoluta certeza de que se tratava de um bebê.
Meus olhos se encheram de lágrimas, agradeci  o atendimento,  mas eu faria o exame de sangue só no dia seguinte.
Quando voltei pra casa só contei o ocorrido pra mim mãe.
No dia seguinte logo de manhã, e de jejum, fui fazer os exames de sangue e urina e na quarta feira peguei todos os resultados, inclusive as imagens do ultrassom.
No exame de sangue tudo normal, no exame de urina constou uns cristais e no beta Hcg um positivo enorme.
Nas imagens do ultrassom já aparecia a primeira fotinho do meu baby implantado em meu útero.
A primeira coisa que fiz foi agendar um ginecologista para começar o pré Natal e depois contei para minha família.
Esperei até 12 semana para divulgar no meu trabalho e para os amigos.
Agora estava começando minha família de fato, deixamos de ser apenas casal para ter nossa família...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diálogo com filhos

Cada idade requer uma conversa apropriada, o modo de conversar vai depender muito da faixa etária em que seu filho está.

Por esse motivo eu costumo dizer que: Devemos ser uma mãe (ou pai) para cada filho. Não é tratar de maneiras diferentes, mas como os filhos são indivíduos com suas características e personalidade, devemos trata-los cada qual individualmente.

Aqui em casa, por exemplo, somos pais de dois meninos, um de 10 anos e outro de 1 ano e meio.

A diferença de idade entre eles é grande, e os pais que são pessoas adultas e maduras devem olhar como cada filho se sente em relação a isso. Por exemplo, o filho de 10 anos gostaria de ser tratado como um pré adolescente, gostaria que fosse lhe dado mais responsabilidades no dia a dia, mas sem  esquecermos que ele pode ter momentos de ciúmes do mais novo ou como um pré adolescente as vezes ele quer ser adulto demais, outras vezes ainda quer ser criança.

Já o filho de 1 ano e meio será tratado como um "bebe grande", que dá seu…

Tempo de jogar fora ou consertar ???

Hoje em dia estamos vivendo em tempos modernos, onde a moda agora é jogar fora aquilo que está quebrado ou não tem mais utilidade e comprarmos algo novo.

     Não estamos apenas falando de coisas ou objetos mas isso também serve para relacionamentos.

   Antigamente quando levávamos algo quebrado aos nossos pais e avós eles nos ensinavam a consertar, claro que isso leva tempo e disposição, pois não havia essa facilidade toda que temos hoje em adquirir coisas novas.

     Nos tempos de hoje, coisas e objetos estão banalizados, está muito fácil jogar fora do que doar um tempo consertando aquilo.

     Assim vemos que nossos filhos estão crescendo em um mundo onde não dão mais o valor devido as coisas e as pessoas, essa nova geração não está disposta ou muitas vezes nem aprendeu a consertar algo que quebrou ou reconstruir aquilo que um dia existiu.

    Falando em bens materiais, se hoje um brinquedo se quebra, os pais irão em uma loja adquirir outro para seu filho, já se esqueceram como…

Dizer não... Também é amar !!!

Quando nasce um bebê, um sentimento tão lindo e grandioso nasce em nossos corações. Um amor incondicional invade a vida das novas mamães e papais.

Quando bebês, eles são frágeis e totalmente dependente dos adultos responsáveis por eles, a medida que vão crescendo eles aprendem e adquirem habilidades novas, como sorrir, sentar, dialogar com os pais (mesmo que na linguagem deles), engatinhar ... e por aí vai, eles aprendem uma infinidade de coisas ao longo da vida.

Mas não se engane, esses pequenos vão crescendo e junto com isso vem uma capacidade que eles desenvolvem em testar os limites dos pais, não por maldade ou mal criação, mas pelo desenvolvimento natural do ser humano.

Nós não nascemos já sabendo o que é certo ou o que é errado, não sabemos nada ainda sobre regras, deveres e direitos, mas vamos descobrindo isso ao londo do nosso crescimento.

É importante estar ciente disso para nos prepararmos quando esta fase chegar, bebes são fofos porem crescem e é necessário impor limites.